O porteiro registra entrada, saída e ocorrência pelo celular ou pelo computador da guarita, com foto, vídeo e áudio anexados na hora. Depois de salvo, ninguém edita e ninguém apaga — nem o administrador.
Já é cliente? Entre no livro da sua portaria.
E toda concessionária já precisou dele exatamente no dia em que ele não ajudou.
Escrito em pé, às três da manhã, com frio. Seis meses depois, o registro que decidiria a discussão está ilegível.
Caderno molha, some, é arrancado. Quando acontece, não há backup em lugar nenhum — o registro simplesmente deixou de existir.
"O carro já entrou riscado." Sem foto do momento da entrada, é a versão do porteiro contra a do cliente — e a loja costuma pagar.
Para conferir qualquer coisa, alguém precisa caminhar até o portão e folhear página por página, na frente do porteiro em serviço.
Página arrancada, linha rasurada, registro adicionado depois. Um caderno comum não tem como provar que não foi mexido.
Sem formulário longo. O porteiro escolhe o tipo, digita a placa, descreve o que houve — e número, data, hora e assinatura entram sozinhos.
A câmera abre direto do formulário. Avaria, placa, documento do prestador — a imagem já entra comprimida e anexada ao registro certo.
Um portão forçado, uma discussão no acesso, a manobra que danificou o veículo. Curto, gravado ali mesmo.
O porteiro fala e segue trabalhando. O áudio toca depois dentro do próprio livro, sem baixar nada.
Digite a placa e veja toda a movimentação daquele veículo, em qualquer data. Segundos, em vez de meia hora folheando.
Login por pessoa, com o nome gravado em cada lançamento. Dá para separar por portaria e ver quem registrou o quê, em qual turno.
O livro sai em papel com linha de assinatura para arquivo físico, ou em planilha para auditoria e seguradora.
Depois de salvo, o lançamento não pode ser editado nem apagado. Nem pelo porteiro, nem pelo gerente, nem pelo administrador, nem por mim. A trava está no banco de dados, não na tela — não é uma questão de esconder o botão.
Errou? O registro é cancelado com o motivo escrito, e continua visível no livro, riscado. Exatamente como se faz num livro de papel numerado.
Sem instalar programa em máquina nenhuma. Abre no navegador do computador da guarita e no celular do porteiro — e dá para fixar na tela inicial como aplicativo.
Você recebe um código. Só quem tem esse código consegue criar conta na sua portaria.
Cada porteiro cria a própria conta e escolhe em qual portaria trabalha. Você libera quem entra e define quem é porteiro, gerente ou administrador.
Numeração sequencial, como um caderno novo. Data, hora e o nome de quem registrou entram automaticamente em cada lançamento.
Do escritório, em tempo real. O registro aparece na tela do gerente no instante em que o porteiro salva, com painel de movimento por dia, por tipo e por horário.
O ZIULPORT já funciona direto do navegador. Para quem usa Android, também dá para instalar como aplicativo, com ícone próprio e sem precisar abrir o Chrome toda vez.
Baixe o arquivo pelo celular. O Android pode avisar que o arquivo "não é comum" — é normal para aplicativo fora da Play Store.
Toque no arquivo baixado. Se pedir, autorize "instalar de fontes desconhecidas" só para esta instalação.
Pronto. O ícone do ZIULPORT aparece na tela inicial, abrindo direto no livro da sua portaria, sem barra de navegador.
Usa iPhone? A Apple não permite instalar aplicativos fora da App Store. Abra app.ziulport.com.br pelo Safari, toque em compartilhar e escolha "Adicionar à Tela de Início" — o resultado é o mesmo: ícone próprio, tela cheia, sem barra de endereço.
Mostro o sistema funcionando, com o cenário da sua loja, em quinze minutos. Se fizer sentido, a implantação leva um dia.
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